No carcere funesto.
O circulo cruzando, a bronzea taça
A Socrates estende;
O philosopho a empunha com a graça
Que nos festins resplende.
«Ergamos, disse, nossa prece Áquelle
«Que ao longe nos convida,
«Por que seja feliz por meio d'Elle
«A viagem temida.»
E aproximando intrepido e sereno