Era emfim a agonia...

O executor lhe descobriu a face:

Socrates não vivia!

Triumpha, cega Athenas, ao martyrio

O sabio condemnaste,

E d'olympicos deuses no delirio

A razão engeitaste;

Á voz do Areopágo, á voz de ferro

Suffocaste a doutrina:

A verdade succumbe, a sombra do erro