Simplicio (correndo a pegar no trombone.)—Mas como demonio tocou o meu trombone?...

Venceslau.—Como tocou? foi o hypnotismo... camelo!

Simplicio (admirado.)—Hein? pois o trombone tocou sem ninguem lhe tocar? É assombaroso!... (tocam a campainha, Simplicio dá um salto). Ai!

Venceslau.—Talvez seja o meu pupillo. (a Simplicio) Vae abrir, e se fôr o sr. Felisberto, que chega de Coimbra, encaminha-o para aqui, e diz-lhe que espere que eu vou preparar-me para o receber. (Simplicio não se mexe) Então, tu vaes ou não?

Simplicio.—Eu, não sr.

Venceslau.—Não vaes, porque?

Simplicio.—Pois o patrão não vê que é ainda o hypotismo... (tocam outra vez.)

Venceslau (correndo atras de Simplicio.)—Oh! Cavallo, vaes ou não vaes?

Simplicio.—Lá vou, patrão, lá vou abrir a porta ao hypotismo... (ap.) Que hypotismo tão massador! (sae.)

[Scena VII]