Simplicio (correndo a pegar no trombone.)—Mas como demonio tocou o meu trombone?...
Venceslau.—Como tocou? foi o hypnotismo... camelo!
Simplicio (admirado.)—Hein? pois o trombone tocou sem ninguem lhe tocar? É assombaroso!... (tocam a campainha, Simplicio dá um salto). Ai!
Venceslau.—Talvez seja o meu pupillo. (a Simplicio) Vae abrir, e se fôr o sr. Felisberto, que chega de Coimbra, encaminha-o para aqui, e diz-lhe que espere que eu vou preparar-me para o receber. (Simplicio não se mexe) Então, tu vaes ou não?
Simplicio.—Eu, não sr.
Venceslau.—Não vaes, porque?
Simplicio.—Pois o patrão não vê que é ainda o hypotismo... (tocam outra vez.)
Venceslau (correndo atras de Simplicio.)—Oh! Cavallo, vaes ou não vaes?
Simplicio.—Lá vou, patrão, lá vou abrir a porta ao hypotismo... (ap.) Que hypotismo tão massador! (sae.)