Guarda (detendo-o)—Silencio, quando não... (leva a mão á espada?)
Anacleto (a Elvira.)—E com quem quer casar?
Elvira.—Com aquelle que conseguir acordar-me d'este somno invencivel!...
Anacleto (soprando-lhe a cara.) Oh! acorde, então...
Elvira (acordando rapidamente.)—Ah! aonde estou? aonde estou? (todos applaudem Anacleto, menos Felisberto.)
Venceslau.—Nos meus braços, minha filha!... (abraça-a)
Elvira.—Meu pae! meu pae! (vendo Felisberto e fingindo um grande medo) Oh! aquelle homem! aquelle homem quer-me mal...
Felisberto (querendo explicar-se.)—Mas repare que eu...
Elvira (fugindo d'elle.)—Não se chegue, não se chegue...
Venceslau.—Sae d'aqui, sae d'aqui...