y = i.—lyrio = lírio; physica = física.

Consoantes dobradas:—agglomerar = aglomerar; prometter = prometer; commum = comum; Philippe = Filipe.

Grupo de consoantes:—Christo = Cristo; Demosthenes = Demóstenes; Mattheus (que já se escreve, sem razão, Matheus) = Mateus; schola = escola; sciencia = ciéncia; phthisica = tísica.

Influência da consoante na modulação precedente:—Vejam-se exemplos em c, páj. 11.

1.º Escólio.—Conservamos n dobrado, m dobrado, nos vocábulos derivados de outros, cuja inicial é n ou m, por meio das prepositivas in, em, toda vez que a prepositiva significa dentro; e aínda nalguns poucos vocábulos em que n ou m influam na vogal i ou e. A nasal da prepositiva com só a conservamos, por êste motivo, em connosco. Escrevemos, pois: immigrar, immerjir, emmalar, ennobrecer, innato, etc.; comoção, comum, comutar, conexo, etc.

2.º Escólio.—Mantemos as representações gráficas das palatais ch, lh, nh, emquanto não houver símbolo único para cada uma delas.

[1] A ortografia kilometro por chilometro dá ocasião a traduzir-se «metro-de-burro» e não «mil-metros». Em grego kíllos significa «burro», e chílioi significa «mil». Porque razão, pois, havemos de escrever cirurgia, chimera, kilo, quando o c, o ch e o k representam a mesma orijem ch, transcrição latina do χ, grego?

3.º Escólio.—Só ao Congresso compete tratar da exclusão ou conservação da aspirante h.

II b.—ADOPÇÃO DE LETRAS CONSOANTES

a)—1.º Escrevem-se com ch as sílabas que são proferidas com palatal dura, segundo os dialectos, explosiva ou contínua: chave, chapeu, chuva; etc. A etimolojia e as línguas conjéneres determinam que sigamos o exemplo dos nossos clássicos e de vários monumentos escritos usando-se da grafia ch.