CIGANUS:

O ratão do cronista é que o tem posto assim,
Com mistérios em grego e aranzeis em latim…

Trovão formidável.

O REI, voltando do balcão:

Que noite!

MAGNUS:

Uma trovoada enorme!… Causa horror!…

Ciganus desdobra o pergaminho e vai ler o tratado.

O REI:

Leitura inútil… Deixa lá… Seja o que fôr…
Seja o que fôr… adeus!… assinarei…