OPIPARUS:

Um fantasma?!… Ilusão… O ar atordôa…

CIGANUS:

Mêdo
De que? de agoiros infantis, de sonhos vagos?
Com ministros leais e escudeiros bem pagos,
Que teme el-rei?!…

O REI:

Não foi vertigem, não foi sonho…
Um brutamontes alienado, um gigante medonho
Que me não deixa… Quero vê-lo… Ide prendê-lo… andai…

CIGANUS:

Mas que fantasma é êsse aterrador?

O REI, levando-os ao balcão e apontando:

Olhai!
Alêm!… alêm!… alêm!…