—É notavel! exclamou José Maximo, lembrando-se subitamente da cantiga que tinha ouvido ali em Cezár, quando descansára por alguns momentos, havia seis annos, sob a sombra de uma faya, na estrada. É notavel, repisava elle, a insistencia de um ruim agoiro!

E repetiu a Anninhas a cantiga que então tinha ouvido:

Quem quer ver um infeliz,

Que nasceu ao pé da faya?

Não ha desgraça nenhuma,

Que n’este infeliz não caia!

Anna de Vasconcellos, para dissipar as apprehensões aziagas de José Maximo, procurou rir com esforço.

Frei Simão perguntou de longe:

—Tornou a fallar o oráculo?