Esta glorificação pósthuma explica o motivo por que, na capella de familia, em Cezár, falta o cadaver de frei Simão de Vasconcellos.
Frederico Pinto, que, durante o cêrco do Porto, voltou, espontaneamente, ao serviço militar, sendo ajudante do batalhão de voluntarios de Santa Catharina, foi mais tarde empregado publico ao serviço da fazenda nacional.
Casou em segundas nupcias com D. Anna Clementina Pereira Berredo, da illustre familia dos Berredos de Gaya.
Morreu desastrosamente no sitio das Barrancas, estrada dos Carvalhos, por se ter empinado a égua que montava, ficando elle esmagado na quéda, sob o peso do animal.
O cadaver de Frederico Pinto foi condusido á capella de familia, onde jaz.
Um filho de Frederico Pinto, o major Augusto Cezár de Vasconcellos, morreu tragicamente, cumprindo o seu dever de militar, ás mãos dos soldados que o desrespeitaram na revolta de Braga, em 1862.
Tambem os seus restos mortaes estão na capella de Cezár.
O primogenito de Frederico Pinto teve o nome do pai, e já não existe. Foi elle que forneceu ao dr. Henriques Sêcco as ligeiras informações que a respeito de frei Simão este professor agrupou no primeiro volume das Memorias do tempo passado e presente.
Na casa de Cezár vive actualmente, como representante da familia do Outeiro, outro filho de Frederico Pinto, o sr. Alfredo Praça de Vasconcellos, engenheiro civil, que ha alguns annos abandonou a engenheria pela vida agricola.