As tempestades,

Don, don.


Foi um velho marinheiro

Que inventou esta cantiga;

Embarcado toda a vida,

Sem ter dinheiro,

Sem ter dinheiro,

Don, don.[46]

D’este Fado correm pelo menos duas versões, como se pode reconhecer confrontando a de Coimbra—que vem no Cancioneiro popular de Theophilo Braga—com a (de Lisboa) que vem appensa á Confissão geral do marujo Vicente, edição de Verol Junior.