Em que suei pingo a pingo,

Eu tinha sempre ao domingo

As festas no meu logar.

Ai! já não oiço o cantar

Do ceifeiro lidador!

Já do bando voador

Eu não escuto o gorgeio!

Já não aperto a meu seio

Minha mãe, o meu amor!

Obedeço ao capitão,