No fim d’aquella viagem

Tudo tem as pernas tortas;

Parecem uns moscas-mortas,

Mesmo os que tocam a banza;

Pois só não fica zaranza

Quem não sae fóra de Portas.

Uns ficam inteiriçados

Debaixo ali d’umas bancas,

Outros vão movendo as trancas,

Mas bastante atrapalhados.