Novo motim é travado,

Ha riso, amor, odio, pranto

Á sombra do rico manto

Da policia sempre ordeira

Lá vae muita bebedeira

Parar á casa da guarda,

Pois quasi sempre ha bernarda

Lá na Praça da Figueira.

Segue S. Pedro, e o povinho

Da lucta não está cansado;