Estava o pobre commerciante,

Quando um ferro perfurante

Lhe trespassou as guellas!

E dão-se scenas d’aquellas

N’uma cidade brilhante!

O desditoso Duarte

(Por dar aos homens abrigo)

Creou feroz inimigo,

Sem culpa da sua parte!

Não foi morto a bacamarte,