Na morte de personagens celebres apparecem sempre Fados, que encontram um grande exito na rua entre as classes populares.

O que se segue, escripto por occasião da morte de Antonio Feliciano de Castilho, cantou-se na Mouraria, posto accuse uma origem culta:

Chorae, Musas Lusitanas,

O nosso dilecto filho;

Desceu á estancia da morte

O grão poeta Castilho.

Á luz do mesmo astro santo

Que lhe sorriu na innocencia,

Desfez-se da humana essencia

O rei do moderno canto.