A Virgem chorava a morte.
Quão amargo era o seu pranto,
Quantas lagrimas vertia
Ao pensar que lhe morria
Quem na vida amava tanto!
Seu coração puro e santo
Sentia-se aniquilado,
E ora erguia aos céos um brado
Repassado de desgosto,
Ora olhava o bello rosto