(Como a ama que não ama)
A chamma d’amor não chama,
Quando aos setenta se tenta;
Se venta, funga-lhe a venta
Quando pinta qualquer pinta:
Se eu fôr, na quinta, p’r’a quinta
Verei se a serra se cerra
P’ra que sinta bem a cinta.
A vella fez-se p’ra vella;
De massa se fez a maça;