Sou o rei dos jardineiros,
Tenho lá, nos meus canteiros,
Toda a casta, pois, de flôr.
Co’o meu grande regador
Lhes dou rega cuidadosa,
Quando a noite está calmosa,
Sem nenhuma m’escapar,
Mas senti-me espicaçar,
Nos espinhos d’uma rosa.
Caso novo foi p’ra mim,