Eu trago-a cheia de beijos.
N’esse teu labio vermelho
Ha risos do sol de agosto:
A alvorada é um espelho
Onde se mira o teu rosto.
Um canto ao vento fluctua,
Começa a aurora a cantar:
Ó vate, vai-te deitar,
Rasga o pandeiro da lua.[93]
Anda o luar prateando