Gemendo o fado das ruas...

’Inda vem distante a aurora

E á luz que se escôa triste

Minha alma cantando, chóra

Alguem que já não existe...

Vae subindo oh! triste canto,

—Nunca a tristeza te sóbre!

Vae levar ao céu meu pranto,

Pelo poeta Antonio Nobre...

Pois no céu decerto anda