Teu olhar chóra, talvez...
E que de pranto disperso
No livro d’um portuguez!
Quem essas paginas olha
Assim te julgou na terra:
—Um lyrio rôxo que esfólha,
Na solidão d’uma serra!
Tiveste um ribeiro d’agua
Que manso beijou teu pé...
—Refresco á febre da magua,