O Piano e a Guitarra, de Ernesto Cesar dos Santos, que a tuberculose victimou aos 20 annos de idade.
O Fado Liró e o Fado do Marinheiro, collaborados por Luiz F. da Costa Soromenho (já fallecido), Patricio José de Mattos, a quem uma paralysia atormentou os ultimos annos de existencia, e F. Napoleão da Victoria, que tem hoje uma loja de livros (principalmente theatro) na travessa de S. Domingos.
O Fado Universal, A Lyra do Fadinho, a Lyra do Cantador (todos de 1878) collaborados por Domingos Fernandes (Salazar Guerreiro), fallecido; Patricio José de Mattos, A. Feliciano Corrêa, tambem fallecidos; J. Rodrigues Chaves (actor, ainda vivo), Ernesto Cesar dos Santos, J. Cordeiro (fallecido) e F. Napoleão da Victoria.
O Pianinho,[38] principalmente redigido pelo sr. José Ignacio de Araujo, que ainda floresce com distincção em todos os generos de poesia popular, apesar da sua idade avançada.
O Cantador Popular e o Fado Novo, collaborados por P. J. Mattos, A. F. Corrêa, Xavier de Paiva; o Vianna que foi collaborador do Pimpão (Antonio Vigas), já fallecidos; e F. Napoleão da Victoria.
Fado Chic, Fado Maritimo, Fado dos Jesuitas, glosas de diversos, limadas por F. Corrêa.
O Fado Politico, em que se apreciava a marcha dos partidos.
Ignoro quem fossem os collaboradores.
O Fado exdruxulo, para piano e guitarra, de Salazar Guerreiro.
Cantigas do Fado, de Luiz de Araujo.