Entre a tua e a voz do gato

Venha o diabo á escolha.

Quem nos ouvidos soffrer

Do teu canto o som bravio,

Sentirá um arrepio

E febre julgará ter.

D’um caldeireiro o bater

É custoso de aturar;

Inda assim se o comparar

Á tua voz desabrida,