É a prosapia do «bailhão,» o mais desordeiro e implicante dos fadistas; como quem diz a «quinta essencia» da classe.
Tem seus Fados especiaes, o «bailhão». Celebra-se a si mesmo; canta a sua Odyssea.
Ha familias, dynastias de bailhões, que se fazem temer: dizem-no estas glosas, que são paginas de auto-biographia:
Quando as costellas n’um feixe
O amigo ao outro fazia,
E allumiava a Mouraria
A luz do azeite de peixe;
(Não é mau que isto se deixe
Escripto como passou)
Alto nome conquistou