Não póde estar no seguro...
O fadista, pois, o puro,
Passa a vida socegada.
Do lupanar para a tasca
Anda sempre a passeiar,
Com a esbelta amante a par,
A quem forte e feio casca.
Ás vezes arma borrasca
Por ciumes com que lucta,
E arruma pancada bruta,