Qu’ria erguer-lhe um monumento,
Uma estatua de primor.
Inventaram-se os pianos,
As cornetas e os flautins,
As flautas, os cornetins
E os orgãos ha muitos annos.
Mas o saber dos humanos,
Do qual tanto ahi se narra,
Deu a prova mais bizarra
Do seu poder e magia,