Uma joia, uma bella e fina gemma,

Das perolas irmã, e das opalas.

Era a lagrima santa, muda e calma,

Que encerra em sua esphera crystallina

Toda a magua que vai minando uma alma...

A lagrima,—essa perola divina.

Rainha que choraes, e em regio manto

Vos sentis mais viuva que princeza,

Vosso vulto é maior! que o vosso pranto

Engrandece, na dôr, vossa grandeza.