—Um homem tão correcto![{133}]

—Um tão perfeito cavalheiro!

—Que pena!

—Que desastre!

—Que fiasco!

E, em verdade, o que tinha acontecido a esse primoroso cavalheiro, que não podesse acontecer a qualquer outra pessoa?

Tinha deixado cair um borrão no claro estofo da sua boa fama.

Se se tratasse de um grosseirão, toda a gente haveria dito apenas que era proprio da fazenda.

Viajando em caminho de ferro, quem é que não tem encontrado um companheiro tão amavel, que chega a aborrecer?

Se tem vontade de abrir uma janella, encobre este desejo com um veo de cortezia, e pergunta: