—Saiu.

—Saiu?! Que imprudencia, santo Deus!

—Mas foi V. ex.ª que mandou...

—Eu?!

N'isto ouve-se parar á porta uma carruagem. Era o doente, pallido e tremulo, que regressava a casa.

—O que fez o senhor?! perguntou o medico.

—Saí de carruagem.

—Mas que loucura foi essa?!

—Pois V. ex.ª não me disse que tomasse as pilulas n'um vehiculo qualquer! Tomei-as de carruagem...

Com as pilulas de vinho, tão doces são! não pódem dar-se d'estes equivocos, pois que não[{192}] precisam vehiculo—assucar ou carruagem—para engulir-se com agrado.