—Não sei, mas v ex.as terão a bondade de dizer.
—Pois bem, sr. Mattos! Vae sabel-o
E agarrou-o pelas lapellas do frak.
—O sr. está preso.
—Preso?! Porque?!
Então o meu amigo sentiu-se illuminado. Adivinhou tudo.
E deitando as mãos aos hombros do homem, gritou por sua vez:
—Preso... sim, sr.![{28}]
—Mas que crime fiz eu?
—Não se trata de um crime, nem precisamente de uma prisão.