—Quem é a sr.ª Rosa? perguntei-lhe eu.

—É a criada da patroa.

—E quem é a patroa?

—É a mulher do patrão.

—Mas como se chama? Irra!

—Chama-se... Isso é que eu não sei muito bem.

—Bom. Vamos lá a casa dos teus patrões. Quanto dinheiro apuraste tu com a venda dos jornaes?

—Quanto dinheiro apurei?

—Sim, quanto tens na palma da mão?

—Aqui, na palma da mão, tenho este.