[37] Damião de Goes, Chronica do principe D. João, cap. LXXIV.

[38] Rebello da Silva, Annaes das sciencias e lettras, vol. I, pag. 683; Provas da historia genealogica, tomo II, pag. 18 a 19.

[39] Chronica do principe D. João, cap. LVIII.

[40] Quadro elementar, tomo III, pag. 125.

[41] Quadro elementar, tom. III, pag. 127.

[42] «... de noite lhes veio recado de dentro da cidade em como o dicto Rey Dom Fernando partira aquella noite com sua gente, e hia a hum trato que tinha em a cidade de Touro; a qual coisa como fosse dicta por pessoa digna de ser crida, os dictos senhores Rey e Principe acordaram de atalhar, e levantarem do arrayal, e hirem á dicta cidade de Touro por entenderem que assim cumpria, e o puzeram logo em obra.»

Relação que El-Rey D. João segundo mandou ao Conselho de Evora da batalha de Toro, etc. Annaes das sciencias e lettras, tom. I, pag. 724.

[43] A invocação de S. Christovão fôra devida á devoção especial de Jorge Correia, commendador de Pinheiro, que assim o lembrara ao principe D. João.

[44] Annaes das sciencias e lettras, tomo I, paginas 714-723.

[45] Historia de España, tom. IX, pag. 138.