CARNEIRO—Dar-se-ha caso que a sr.ª D. Engracia não engrace com a côrte que os filhos de v. ex.ª fazem ás minhas filhas!

ENGRACIA—Perdão, sr. Carneiro. O sr. não é pae de suas filhas!

CARNEIRO—Que me diz?

ENGRACIA—A verdade, infelizmente.

CARNEIRO—Já não estou em mim!

ENGRACIA—Resigne-se!

CARNEIRO—Mas dado o caso que se o que v. ex.ª diz que se , não me é dado saber quem é o pae das creanças que minha mulher deu á luz? Não sei se me dei a entender?

ENGRACIA—Ora essa! O sr. conhece-o perfeitamente. É seu freguez!

CARNEIRO—Meu freguez?! Tenho tantos!...

ENGRACIA—Sim, aquelle para quem são as amostras que o sr. traz.