Um ruido confuso espalhou-se por entre as testemunhas d'aquella scena tragica.

Transportaram o ferido para um divan.

Laura, fóra de si, d'olhos esgazeados, gritava:

—Fui eu que o matei.

O dr. examinou cuidadosamente o ferimento do visconde.

Passados momentos, disse:

—Ferida quadrangular!... Não sangra!

Alargou com a ponta do dedo a abertura do ferimento, d'onde apenas sahiam umas gotas de sangue, e introduziu a sonda, que sempre trazia comsigo.

O rosto alegrou-se-lhe.

Laura, ajoelhada junto d'elle, perguntou-lhe: