—Vamos!... venha!...
E accrescentou, dirigindo-se á creada:
—Jacintha, alumia-nos. Sahimos pela porta do vestibulo.
Arrastou pelo corredor fóra o tenor, que empregava inoffensiva resistencia, e chegou assim á porta que dava para o vestibulo do predio.
Jacintha seguia-o, tendo um candieiro na mão tremula.
Laura, anciosa, caminhava alguns passos mais atraz.{314}
Desceram ao vestibulo.
Em frente do cubiculo do porteiro, o visconde gritou com voz forte:
—Sr. Durandeau! peço-lhe que se levante e abra-nos a porta.
Segurava Lauretto apenas com uma das mãos.