Ligeira neblina envolvia as arvores. No espaço passava como que uma nuvem de melancholia.

As duas carruagens chegaram á clareira destinada ao duello um pouco antes das onze horas.

As testemunhas e o adversario d'Antonino não tinham chegado ainda. O conde não se apeiou.

Apertou com força a mão do filho, quando Antonino desceu, e não pronunciou uma só palavra.

Pouco depois, porém, quando o conde de Bauriac foi buscar os sabres, o velho, que tremia, não conseguiu entregar as armas á testemunha de seu filho, tanta era a sua commoção.

A carruagem conduzindo Lauretto Mina, as testemunhas e o medico do theatro não se fez esperar.

As quatro testemunhas approximaram-se com os chapeus nas mãos.

Os dois adversarios olharam-se sem se cumprimentar.

No rosto de Lauretto percebia-se uma alegria arrogante.

O d'Antonino conservava-se impassivel e digno.