Luiz trazia no rosto a pallidez impressa pela vigilia d'uma noite inteira; Americo os traços de quem tinha uma ideia a dominal-o.

E os dois socios de Jorge de Macedo dirigiram-se ambos ao escriptorio, situado no fundo do armazem.

Luiz sentou-se a escrever; Americo começou a examinar a correspondencia do dia anterior.

Os negros e os outros caixeiros andavam na labutação de pesar e ensacar o café.

--Nao sei onde te meteste hontem, desde que nos separamos no Botafogo, principiou Americo, passando a vista de umas para outras cartas.

--Eu é que te não tornei a vêr; respondeu Luiz placidamente, sem volver os olhos dos livros, que tinha diante de si.

--Fui ao theatro.

--E eu vim para casa.

--Ah! exclamou Americo com certo ar intencional.

--Nao sei de que te admiras.