O cabinda chegou á rua dos Pescadores, no Rio, alguns minutos depois de terminada a disputa entre Luiz e Americo.
O escriptorio, como já dissemos, era situado no fundo do armazem, e resguardado por uns tapamentos de madeira, que interceptavam a vista do seu interior ás pessoas que entravam.
Americo estacou, e como que teve um estremecimento, vendo surgir o negro. Dissimulou-o, porém, o mais que pôde, e foi encostar-se a uma porta lateral.
--Louvado seja o Senhor! disse o negro, entrando.
--Adeus, cabinda; respondeu Americo docemente.
--O negro quer fallar ao senhor Luiz.
--O teu senhor não vem hoje á cidade? perguntou Americo com intenção.
--O negro não sabe.
--Quem te mandou, então?
--A senhora moça.