—Devolverei, sim, não ha que ver.
—Estàs no teu direito.
—E espero a tua sancção.
—Jà a tens.
—Não. Não a tenho ainda. A devolução não poderá ser feita sem uma carta.
—Pois escreve-a!
—Não! Tambem não! Serás tu...
—Eu?!...
—Ah!... Esquiva-te de escreveres a carta?...{83}
—Amaryllia, pensa bem! Nós, os homens, ficaremos mal se nos envolvermos nessas rusgas de mulheres.