—Juro-te eu.
—Ao depois delle... nunca!
—Mas, porque? Mettes-me medo...
—Por nada! O Gustavo é um homem para se temer...
—E porque me inflúes para ser a sua amante?
—Porque o encontrei no fastigio da tua posse, porque vejo que do seu concubinato bem pódes usufruir grandes proventos. E, jà agora te direi: pouco mais fará elle do que{108} hoje... Entretanto, como homem de recursos, talvez ainda não te désse a menor prova do que seja...
—Fez-me hoje a oblata de um collar de libras...
—Um collar?
—Sim.
—De libras esterlinas?