—Não te offendo, não. Desconheço-te.

—Que quererias tu que eu te falasse?

—Não sei. Se soubesse, desnecessario seria que me referisses.

—Objectiva o que queres saber... e depressa, porque Arthur me acompanha com um olhar seriamente investigador e tua mãe franze o sobrolho para mim... Um ha de{119} suppôr-me indiscreta para te communicar tolices... e a outra... corrupta para te ensinar... loucuras...

—Não! Deixa...

—És má! Tens talento e não queres comprehender a minha situação, especialmente no dia de hoje.

—Jà te comprehendi: e estou pelo que tu quizeres...

—Amúas sem razão.

—Com que direito a planta exige viço da flor que já foi colhida? Comprehendo, perfeitamente, agora, que entre nós duas existe a alma do sr. Arthur...

—Não exaggeres...