A Europa está farta de não existir ainda! Está farta de ser apenas o arrabalde de si-propria! A Era das Machinas procura, tacteando, a vinda da Grande Humanidade!
A Europa anseia, ao menos, por Theoricos de O-que-será, por Cantores-Videntes do seu Futuro!
Dae Homeros á Era das Machinas, ó Destinos scientificos! Dae Miltons á Epocha das Cousas Electricas, ó Deuses interiores á Materia!
Dai-nos Possuidores de si-proprios, Fortes Completos, Harmonicos Subtis!
A Europa quer passar de designação geographica a pessoa civilizada!
O que ahi está a apodrecer a Vida, quando muito é estrume para o Futuro!
O que ahi está não pode durar, porque não é nada!
Eu, da Raça dos Navegadores, affirmo que não pode durar!
Eu, da Raça dos Descobridores, desprezo o que seja menos que descobrir um Novo Mundo!
Quem ha na Europa que ao menos suspeite de que lado fica o Novo Mundo agora a descobrir? Quem sabe estar em um Sagres qualquer?