Fóra! Fóra!

Fóra tu, Rapagnetta-Annunzio, banalidade em characteres gregos, “D. Juan em Pathmos” (solo de trombone)!

E tu, Maeterlinck, fogão do Mysterio apagado!

E tu, Loti, sopa salgada, fria!

E finalmente tu, Rostand-tand-tand-tand-tand-tand-tand-tand!

Fóra! Fóra! Fóra!

E se houver outros que faltem, procurem-os ahi pra um canto!

Tirem isso tudo da minha frente!

Fóra com isso tudo! Fóra!