Devem ter resignação. 1 Reis, iii, 18; 4 Reis, xx, 19; Job, i, 21; Ps. xxxviii, 10.

Não devem desconsiderar o castigo. Job, v, 17; Prov. iii, 11, Heb. xii, 5.

Devem confessar a justiça do castigo. 2 Esd. ix, 33; Job, ii, 10; Isa. lxiv, 5-7; Lam. iii, 39; Miq. vii, 9.

Devem evitar o peccado. Job. xxxiv, 31, 32; João, v, 14; 1 Ped. ii, 12.

Devem confiar na bondade de Deus. Job, xiii, 15; Ps. lxx, 20; 2 Cor. i, 9.

Devem voltar, e dedicar-se inteiramente a Deus. Ps. cxv, 7-9; Jer. l, 3, 4; Hos. vi, 1.

Devem perseverar nas resoluções pias que fizeram na sua angustia. Ps. lxv, 13-15.

Devem orar com frequencia. Ps. xlix, 15; liv, 17, 18 (Vid. «Supplicas na hora de angustia.»)

Devem animal-os as mercês já recebidas. Ps. xxvi, 9; 2 Cor. i, 10.

Exemplos de justos angustiados: José, Gen. xxxix, 20-23; Ps. civ, 17-19; Moysés, Heb. xi, 25; Heli, 1 Reis, iii, 18; Nehemias, 2 Esd. i, 4; Job, Job, i, 20, 22; David, 2 Reis, xii, 15-23; Paulo, Act. xx, 22-24; xxi, 13; Os Apostolos, 1 Cor. iv, 13; 2 Cor. vi, 4-10.