Nos acuda co’as taças, menineiro
No aspéto e no palrar, no resto annoso,
De cãs a reluzir por entre as parras.
Ser-lhe-ha boa salva o retinir dos cópos
E os das saudes misturados gritos.
Do altar meu canto agora ascenda ao Nume!
Vem ó Dona das Graças e Flores,
Volve á terra teu mago calor;
Aos que fogem de amor gera amores,
Nos que a amores se dão cria amor.