Pois tu és quem me acorda e me inflamma,
A ti, Deoza, os meus versos serão.
Mas debalde o meu estro te chama,
Os meus olhos jamais te verão!
Amigos, baixo he o Sol, findem-se os hinos:
Ponde silencio aos copos falladores;
Assaz he tempo. O dia era dos campos,
Ás aguas toca a noite; a noite grave,
Recolhida, saudosa, ama pascer-se
No murmurinho de deserto rio: