Em meio de aguas tantas, rodeado

De amigos bons, e triste, não de proprias

Tristezas, sim das mansas do Universo!

Ouvi, amigos meus, os meus dezejos,

Quaes mos ora no seio estão brotando

A hora, o sítio, a lua, aquelles pios;

Relevai que ao folgar vos furte instantes.

Seios Deozes minhas supplicas ouvissem,

Um torrão fertil, rústica vivenda,

Houvérão de abrigar-me a vida pura: