Em meu tronco se escreva este epitafio:
Foi poeta amador da Natureza:
D’entre as sombras ancioso a procurava,
Qual terno amante a bella fugitiva.
Sôbre isto pendurai sonora flauta,
Que se revolva á discrição do vento.
Não cerque os ossos meus, não mos ensombre
Nem teixo nem cipreste; arvores quatro
Quizéra só no meu jardim de morte.
N’um canto a larangeira graciosa,