A mui ridente baga, e ri de ufano.

Alguns tempos depois que a fria terra

Meus restos encerrar, á minha olaia

Vós, meus amigos, vós dareis meu nome,

Pois de mim se nutrio, e eu serei n’ella.

Dos guerreiros nos tumulos afiem

Faminta espada os barbaros guerreiros:

No sepulchro do sabio o sabio estude;

E dos reis nos marmoreos monumentos

Vá sonhar a ambição, grandeza e pompas: