O astro das noites! como attráe da terra
Nosso espirito humilde a pensamentos
De outro mundo melhor, mansão de Deozes!
Que esp’ranças, de saudades misturadas,
Não traz a pura noite ás almas puras!
Dias que em vão suspiro, amenos dias
Da minha mocidade...! agora jazo
Como arvore das folhas despedida,
Que mais não florirá, porque o machado
Ja lhe abrio marca para se ir ao fogo.